Angola sustentou esta quarta-feira, em Nova Iorque, que as mudanças em curso na Organização das Nações Unidas precisam de produzir impactos mensuráveis nas comunidades.

Francisco José da Cruz, representante permanente angolano, exigiu melhor coordenação, maior responsabilização e financiamento sustentável para os Coordenadores Residentes.

Prioridades nacionais

O diplomata destacou o alinhamento entre o Quadro de Cooperação da ONU para 2024-2028 e os instrumentos de planeamento estratégico nacional, como o Plano Nacional de Desenvolvimento 2023-2027 e a Estratégia Angola 2050.

Essa sintonia visa cumprir as metas da Agenda 2030 e da Agenda 2063 da União Africana através de uma cooperação baseada na liderança e apropriação por parte do Estado.

As autoridades angolanas apontaram ainda a necessidade de direcionar a iniciativa ONU 80 para melhorias reais nos países em desenvolvimento e felicitaram a nomeação de Amanda Khozi Mukwashi para o cargo de Coordenadora Residente em território nacional.