A diplomata interveio no colóquio Angola 2035: Potência Regional, Soberania Estratégica e Novas Oportunidades na África Austral para sublinhar o papel transformador daquela infraestrutura na economia.
Segundo a responsável, o êxito do projeto não pode ser avaliado unicamente pela quantidade de mercadorias movimentadas, mas sim pelo valor acrescentado deixado internamente.
As prioridades passam pelo apoio à agricultura, escoamento de produtos, fomento industrial, reforço das pequenas e médias empresas e criação de emprego jovem.
A iniciativa juntou em Paris deputados, diplomatas, académicos e estudantes para debater a rota económica e a soberania do país.





