Grupos extremistas associados ao Estado Islâmico Moçambique investiram contra sete localidades nos distritos de Mueda e Muidumbe durante o final do mês de outubro.
A violência perpetrada provocou a morte de pelo menos 19 pessoas, sendo a esmagadora maioria composta por civis que exerciam as suas atividades diárias habituais.
A ACLED destacou que os atacantes conseguiram circular sem oposição durante mais de dez dias em zonas próximas de Mueda, quartel-general de forças paramilitares.
Estas ações armadas na província rica em gás pretendem criar divisões comunitárias, numa região que sofre com a insurgência armada desde outubro de 2017.





