A Organização Internacional para as Migrações revelou que sete mil e vinte e nove cidadãos abandonaram as suas habitações em pouco mais de cinco semanas, desde o final de setembro.
Impacto nos vulneráveis
Mulheres e crianças representam quase oitenta por cento das novas deslocações forçadas, demonstrando a extrema vulnerabilidade destes grupos face aos ataques armados.
A província nortenha moçambicana debate-se persistentemente com a instabilidade provocada por grupos armados, resultando no êxodo contínuo de várias famílias locais.





