A subcomissão de candidaturas do MPLA rejeitou a candidatura de António Venâncio à liderança do partido por alegada insuficiência de assinaturas de apoio.

Esta é a segunda recusa de um opositor à presidência da formação política, depois de Higino Carneiro ter sofrido o mesmo desfecho.

Reações ao processo

António Venâncio contestou publicamente a deliberação e acusou a força política de revelar limitações na aceitação da democracia interna.

O jurista Chipilica Eduardo apontou irregularidades ligadas ao processo de cadastramento dos militantes e considerou tratar-se de uma manobra eleitoral.

“Há uma manipulação eleitoral muito interessante do candidato João Lourenço.” Chipilica Eduardo

Analistas preveem que a atual liderança poderá prolongar-se por mais uma década, gerando focos de insatisfação interna no partido.