A justiça queniana condenou o líder da Igreja Internacional da Boa Nova a 200 anos de prisão pelo assassínio de 190 crianças e de um adulto, cujos corpos foram achados na floresta de Shakahola. Os crimes ocorreram entre janeiro de 2021 e setembro de 2023, após os seguidores seguirem preceitos de jejum extremo.

Condenações e co-acusados

Entre os 28 co-acusados, 26 receberam penas de 160 anos de prisão, enquanto os restantes dois foram condenados a 10 anos de detenção.

A juíza do Tribunal Superior de Mombaça afastou a pena de morte requerida pelo ministério público, argumentando que a execução serviria de libertação para o réu, optando assim por uma pena severa.

A defesa do guru já manifestou a intenção de interpor recurso da decisão proferida pelo tribunal queniano.