A decisão da administração norte-americana de reduzir o financiamento destinado ao combate ao VIH/Sida na África do Sul está a gerar preocupação entre autoridades de saúde e organizações internacionais.

A medida afecta programas apoiados pelo PEPFAR, iniciativa dos Estados Unidos que, durante anos, financiou acções de prevenção, diagnóstico e tratamento da doença em vários países africanos.

Especialistas alertam que a redução dos recursos poderá comprometer o acompanhamento de milhões de pacientes e enfraquecer serviços essenciais de saúde pública. A África do Sul é actualmente o país com o maior número de pessoas a viver com VIH no mundo.

Perante o cenário, o Governo sul-africano procura reforçar o financiamento interno para minimizar os impactos e garantir a continuidade dos programas de assistência aos doentes.