A cidadã angolana que se encontrava em coma desde que foi submetida a um procedimento estético numa clínica privada, em Luanda, morreu por paragem cerebral, após vários dias de internamento. A informação foi confirmada pelo porta-voz da Direcção de Investigação de Ilícitos Penais (DIIP), intendente-chefe Quintino Ferreira.

Segundo as informações divulgadas, a vítima, mãe de quatro filhos, foi transferida para uma unidade hospitalar da capital depois de apresentar graves complicações na sequência da intervenção estética. O caso gerou forte repercussão pública e levantou preocupações sobre as condições em que estes procedimentos são realizados, bem como sobre a fiscalização de clínicas e profissionais que actuam nesta área.

As autoridades continuam a investigar as circunstâncias do caso para apurar eventuais responsabilidades criminais. Até ao momento, não foram divulgados oficialmente os resultados da perícia médica nem as causas exactas da morte. Entretanto, o caso reacendeu o debate sobre a importância de recorrer apenas a estabelecimentos licenciados e profissionais devidamente habilitados para a realização de procedimentos estéticos.