A 31ª Convenção das Nações Unidas para o Clima tem início agendado para o dia 9 de novembro na cidade turca de Antalya. O evento decorre num cenário internacional marcado pela segurança energética e pela competição em torno de minerais estratégicos.
Para o continente africano, o foco principal reside na transformação das promessas anteriores em medidas concretas. O economista guineense Carlos Lopes sublinha que o financiamento atual assenta mais em promessas do que em ações práticas.
“O sucessor deste secretário-geral vai ter dificuldades em manter a prioridade climática”
A transição energética e a adaptação climática continuam a ser eixos centrais herdados da presidência brasileira. Contudo, os países africanos enfrentam custos de capital elevados e taxas de juro que penalizam o desenvolvimento sustentável.
As nações africanas exigem maior soberania na exploração de minerais estratégicos e o fim da dependência da exportação de matérias-primas brutas. A prioridade passa por criar cadeias de valor locais e reduzir o impacto da dívida externa.





